Cleyson Dellcorso

Somos uma peça no quebra cabeça da humanidade

Somos uma peça no quebra cabeça da humanidade

Somos uma peça no quebra cabeça da humanidade

Muitas vezes não nos damos conta que somos uma peça fundamental no quebra cabeça da humanidade. Não somos uma entidade isolada, mas uma parte única e insubstituível do cosmo.

Você e eu, assim como cada uma das pessoas que conhecemos somos uma parte da complexa e intricada comunidade humana. O que geralmente não percebemos é onde nos encaixamos na teia da humanidade.

Procure verificar quais são as pessoas a quem você está ligado e observe a sua ligação com ela. Quando procedemos desta maneira e compreendemos nossas relações naturais com os outros temos melhores condições de definirmos nossos deveres como indivíduos. São deveres que estão relacionados aos familiares, vizinhos, colegas de trabalho e inclusive com as pessoas da cidade em que vivemos.

Dos deveres passamos aos papeis que nos compete: pai, mãe, filho ou filha, cidadão, líder etc. Tendo conhecimento dos deveres e papeis com quem estamos ligados, fica muito mais fácil perceber o que fazer.

Suponhamos que você tenha alguém de seu relacionamento familiar que não lhe trate bem. Qual a diferença que isso faz? Permanece o imperativo moral de reconhecer e manter seu dever fraterno fundamental com esta pessoa. Não se concentre no que o outro faz, mas em seguir os seus princípios mais elevados. Seu objetivo é buscar a harmonia com todos. Este é o caminho para a verdadeira liberdade.

Deixe que os outros se comportem como quiserem, pois isto não está sob seu controle e, portanto, não é de sua conta. Se isto faz mal a você talvez não esteja entendendo bem o que lhe compete e o que não. Lembre-se que nada nos faz mal diretamente, mas sim a emoção e o sentimento que isto representa.

Creio que treinar e reconhecer como administra as emoções seja a saída.

Exceto no caso de agressão física, as outras pessoas não podem ferir você a menos que você permita. Isto se aplica inclusive a familiares próximos.

Seja livre da influência externa, a liberdade autêntica nos impõe certas exigências. Ao descobrir e assimilar nossas relações fundamentais com os outros a ao desempenhar com entusiasmo nossos deveres, a liberdade verdadeira, que todos anseiam ter, torna-se realmente possível.

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